Dois pontos de vista da maior feira de mármore e granito do Brasil.
Estive no pier de Camburi com a estátua de Iemanjá no dia 2 de fevereiro, data comemorativa dessa figura mitológica considerada rainha do mar pelas religiões afro-brasileiras. Meu tempo era curto para acompanhar os festejos até a noite, mas suficiente para registrar um início. Fiz esse panorama que mostro agora e outros que guardo para outro momento. A música gravei da voz de Eva Marcelina Antônia, uma senhora de 75 anos que depositou algumas flores nos pés da estátua e jogou outras no mar enquanto entoava esse canto.
Na minha adolescência presenciei muitas festas em homenagem a Iemanjá em Jacaraípe, tanto nas comemorações de passagem de ano quanto no dia 2 de fevereiro, a data “oficial” de comemoração do dia de Iemanjá. Nos dois momentos, muitas oferendas são levadas a praia para a rainha do mar. Sabonetes, flores e perfumes são os presentes preferidos pelos devotos. Os centros de Umbanda e Candomblé se reúnem em rodas e entoam cantos com batida de tambores. Os fiéis a essas crenças formam filas para receberem passes com boas energias de seus mestres. Aqui uma foto 360 graus de uma dessas reuniões ocorrida no dia 2 de fevereiro de 2011 em Cambruri. Clique na imagem, intereja, compartilhe com amigos.